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Foi realizada com sucesso no Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de Junho, no Auditório do Instituto Federal do Maranhão (Monte Castelo, São Luís), a Oficina Meliponicultura Ativa, promovida pela Associação Maranhense para a Conservação da Natureza (Amavida), Associação Agroecológica Tijupá, Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED), Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) e Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), com apoio do Programa Abelhas Nativas (UFMA), da UEMA, do IFMA-Monte Castelo, da Articulação no Semiárido no Maranhão (ASAMaranhão) e do site Sciente&Veritas.


Participaram técnicos de agências estatais e de organizações da sociedade civil, estudantes, professores e pesquisadores da UFMA, IFMA e UEMA, e meliponicultores de comunidades rurais de Belágua e Barreirinhas, num total de 52 oficineiros presentes ao evento.

Foram trabalhadas as Portarias da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Agência Estadual de Defesa Agropecuária que passaram a regulamentar, desde 2018, a atividade de criação de abelhas sem ferrão e a comercialização de seus produtos no território do Estado do Maranhão, tendo os participantes apresentado suas perspectivas sobre a Legislação estadual da meliponicultura.

Da primeira Mesa, que abordou os aspectos políticos do licenciamento da meliponicultura, foram expositores Clenilson Santos Almeida Júnior (Aged), Clarissa Coelho (SEMA), Eleuza Tenório (UEMA), Fátima Carvalho (Assoc. Preazinho/ASA). Na segunda, sobre a regulamentação na produção e comercialização de produtos das abelhas nativas, foram apresentadores Allana Raissa de Araújo Silva (Aged), Fabio Pacheco (Tijupá), Francisco do Nascimento Silva Junior (ISPN), e Antonio Ilson Bezerra (PAN/Agrutac).

Como principal resultado, será proposto aos órgãos reguladores do Estado a formação de um Grupo de Trabalho-GT, para contribuir com o processo de regulamentação da meliponicultura no Estado do Maranhão, encaminhando eventuais propostas para aprimoramento de Projeto de Lei encaminhado pelo governador Flávio Dino à Assembleia Legislativa em fevereiro e já admitido pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).